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sábado, 11 de maio de 2013

E HAJA ROUBALHEIRA

Nosso país é muito rico. Desde 22 de abril de 1500 que a turma rouba e não se acaba. - do autor do blog.

Justiça determina prisão de prefeito e servidores de município do Ceará.

Prefeito e três servidores estão no Chile e devem antecipar a volta ao Brasil.
Grupo é suspeito de desviar R$ 779 mil do município de Potengi.


Do G1 CE.



Três mandados de prisão foram cumpridos nesta sexta-feira (10), emJuazeiro do Norte e Potengi, na Região do Cariri, de suspeitos de fazer parte de um grupo acusado de desviar dinheiro público de Potengi. As prisões foram determinadas pelo desembargador Paulo Camelo Timbó, do Tribunal de Justiça do Ceará (TJ-CE). Outros quatro mandados de prisão preventiva - contra o prefeito de Potengi, Samuel Carlos Tenório Alves de Alencar, servidores municipais e empresários - ainda não foram cumpridos.
O prefeito e outros gestores públicos estão em viagem para o Chile. De acordo com o advogado do prefeito, Vantuil Matias, ele já foi comunicado do mandado de prisão e está antecipando a volta ao Brasil. "Logo que chegar a Fortaleza, o prefeito vai se apresentar à Justiça".
 O advogado disse, ainda, que entrou com um pedido de liberdade, junto ao TJ-CE, para que os supeitos respondam em liberdade. A decisão, que aceita o pedido do Ministério Público do Ceará (MPE-CE), também expediu mandados de afastamento do cargo dos gestores públicos por 180 dias e de busca e apreensão.
Também foram cumpridos nesta sexta-feira os mandados de busca e apreensão nas residências dos suspeitos e nas sedes de empresas que participam do esquema de desvio de verbas, no município. Na casa de um dos supeitos, a polícia encontrou produtos destinados à merensda escolar dos alunos da rede municipal de ensino.
As investigações do MP apontam que o grupo criminoso atuava desde 2009, sob o comando do prefeito municipal, em um esquema contínuo de fraude na aplicação de recursos públicos. O desvio é estimado em R$ 779 mil, que seriam supostamente destinados ao pagamento de compromissos referentes à locações de veículos e outras despesas públicas.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

FOTOS DE COMIDA NA WEB: DISTÚRBIO ALIMENTAR

Eu sabia. - do autor do blog.


Postar foto de comida pode indicar distúrbio alimentar, diz psiquiatra.

Ana Ikeda



Se você acha que postar um monte de fotos de comida no Instagram não é lá tão normal assim, digamos que há motivo para preocupação. Publicar compulsivamente fotos de comida em redes sociais pode indicar que a pessoa sofre de algum distúrbio alimentar. A afirmação é da chefe de psiquiatria do Hospital da Mulher da Universidade de Toronto, Valerie Taylor.
A psiquiatra diz ter pacientes em tratamento de problemas alimentares que tentam lutar contra esse hábito da comida virar o centro das interações sociais na internet – o que comem, quando comem e quando vão comer de novo.
Ao “Huffington Post”, Valerie disse que embora a prática de compartilhar fotos de comida nas redes sociais seja comum, em alguns casos ela pode demonstrar a exclusão de outras coisas importantes da vida.
“A preocupação começa quando tudo o que eles fazem é enviar fotos de comida. Tiramos fotos de coisas que são importantes para nós e, para algumas pessoas, a comida em si se tornou central; o local, a empresa e outros elementos são só pano de fundo”, diz.
Para Valerie, a comida está adquirindo um papel importante demais na vida das pessoas. “Já não se trata mais de simples combustível”, diz. Outro exemplo semelhante ao da publicação de fotos de comida são as tatuagens com o tema. “Como as tatuagens de ‘Eu amo o McDonald’s’ substituindo as de ‘Eu amo minha mãe’.”
Tirar foto de comida também é assunto polêmico quando se trata de etiqueta. Alguns críticos dizem que embora a prática seja prazerosa para quem tira a foto, pode incomodar quem está em volta naquele momento. Há ainda quem aproveite as fotos de comida para criar grupos de apoio à la Vigilantes do Peso virtual.

Com pratos saudáveis e boa forma, usuários do Instagram criam 'Vigilantes do Peso' virtual50 fotos

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Diversos perfis do Instagram divulgam fotos de pratos saudáveis, exercícios físicos e os 
resultados obtidos com esse estilo de vida. Se essa prática funciona para o usuário ?dar satisfação? a seus seguidores, registrando seus esforços e como mantém (ou busca) a boa forma, também pode estimular aqueles que não conseguem sair do sofá. Confira a seguir algumas imagens dessa geração saúde, e clique em MAIS para ler reportagem sobre o assunto Leia mais Arte UOL

CÂNCER SERVICAL: LEVANTE A SAIA

Se as mulheres levantassem mais a saia para fazer os exames, muitos casos seriam evitados. Bem bolada, essa campanha. - doa autor do blog.


Campanha 'Levante a saia e salve a sua vida' causa polêmica.


Uma campanha contra o câncer cervical (ou do colo do útero) em Cingapuraestá criando bastante polêmica. Uma associação espalhou cartazes por várias partes do pequeno país da Ásia mostrando celebridades locais naquelafamosa pose de Marilyn Monroe, com a saia sendo levantada pelo vento.
Foto: Divulgação
A mensagem da propaganda diz: "Levante a saia. Salve a sua vida"
A campanha tenta convencer as mulheres de Cingapura a se submeterem ao Papanicolau, exame preventivo para detectar riscos de câncer do colo uterino. O exame deve ser realizado em todas as mulheres com vida sexual ativa ou não, pelo menos uma vez ao ano. Consiste basicamente na colheita de material do colo uterino com uma espátula especial, sendo este material colocado em uma lâmina e analisado posterioremente por patologista. 

Só que muitas pessoas consideraram a mensagem da campanha agressiva e machista. Outras, menos informadas, acharam que se tratava de umanúncio de moda

Pesquisa do jornal "The Straits Times" mostrou que 25% dos leitores desaprovaram a campanha.

O câncer cervical é o terceiro câncer mais comum em mulheres e é muito menos comum quando há prática do exame de Papanicolau

ESTÁDIOS: LIBERANDO O ÁLCOOL

Não seria papel do Ministério dos Esportes, combater o uso de álcool. Seja onde for? - do autor do blog.



Ministério do Esporte vai acabar com a proibição federal do consumo de cerveja nos estádios. Clubes paulistas irão pressionar os deputados.

De Vitor Birner
Aldo Rebelo, Ministro dos Esporte, disse para diversos cartolas que vai editar o decreto regulamentador que acaba com a proibição federal da venda e consumo de bebidas alcoólicas nos estádios de futebol.
O estatuto do torcedor impede as bebidas etílicas nos jogos.
O ato de ministério do esporte vai acabar com o veto apenas em âmbito nacional.
Cada Estado do Brasil terá o direito de tomar posição e legislar sobre o assunto.
Em São Paulo, por exemplo, há uma lei estadual que impede a venda e o consumo de bebidas nos locais dos jogos.
Após a edição do decreto regulamentador, ou quem sabe antes disso, os grandes clubes paulistas vão começar o trabalho de convencimento dos deputados na Assembléia Legislativa para conseguirem a mudança da lei.
A liberação das cervejas aumentará o faturamento dos interessados, pois São Paulo e Santos possuem estádio, o Corinthians terá o Itaquerão, e o Palmeiras logo mais voltará a atuar em sua casa.

fonte: http://blogdobirner.virgula.uol.com.br/2013/

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Bolsa crack - Essa é Nova.

Qual bolsa ainda falta inventar? Tudo pra não deixar a "galinha dos ovos de ouro" morrer. Só não entendo, por que não combatem MESMO, o tráfico. - do autor do blog.


Famílias de dependentes químicos receberão 'Bolsa crack' para pagar internação de usuários.


Previsão do repasse é de R$ 1.350 por mês para cada família.


Famílias com parente dependente de crack vão receber uma bolsa do governo do Estado de São Paulo para custear a internação do usuário em clínicas particulares especializadas. Chamado "Cartão Recomeço", o programa deve ser lançado na quinta-feira, (09), com previsão de repasses de R$ 1.350 por mês para cada família de usuário da droga.
Segundo o secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Rodrigo Garcia, a proposta é manter em tratamento pessoas que já passaram por internação em instituições públicas. "São casos de internações em clinicas terapêuticas, pelo período médio de seis meses", afirma. Os dez municípios que receberão o programa piloto devem ser definidos nesta quarta-feira, (08).
Famílias receberão auxílio no valor de R$ 1.350 por mês . Foto: Arquivo
Ainda não há data para o benefício valer em todo o Estado. As clínicas aptas a receber os pacientes ainda vão ser credenciadas, mas ficará a cargo das prefeituras identificar as famílias que receberão a bolsa. "Saúde pública é sempre para baixa renda. Os Caps (Centros de Atendimento Psicossocial das Prefeituras) já têm conhecimento das famílias e fará a seleção", diz Garcia, sem detalhar quais serão esses critérios.
O pagamento da bolsa vai ser feito por meio de cartão bancário. A ideia do Cartão Recomeço éampliar a rede de tratamento para os dependentes e, principalmente, a oferta de vagas para internação dos usuários. O trabalho desenvolvido pelo governo sofre críticas por causa da falta de vagas, especialmente após a instalação de um plantão judiciário no Centro de Referência de Tabaco, Álcool e Outras Drogas (Cratod), no Bom Retiro, centro da capital, ao lado da cracolândia - entre janeiro e abril, segundo o governo, cerca de 650 pessoas foram internadas após o atendimento no Cratod.


Proteção

Para o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, coordenador da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas na Faculdade de Medicina da Unifesp, que participou da criação do Cartão Recomeço, a vantagem do modelo é descentralizar o financiamento do tratamento. "Muitas famílias, mesmo de classe média, estouram o orçamento tentando pagar tratamento para o familiar dependente." Com o cartão, diz Laranjeira, as famílias terão uma "proteção" para o caso de o parente ficar viciado. "A família poderá ter dinheiro para oferecer ajuda caso o dependente aceite uma internação."


Inspiração

O programa que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) vai lançar é semelhante ao desenvolvido em Minas. Apelidado de "bolsa crack", o cartão de lá é chamado Aliança Pela Vida e dá ajuda de R$ 900. A assessoria do Palácio dos Bandeirantes rejeitou o termo "bolsa crack" - segundo o secretário Garcia, o apelido é "maldoso".
O governo também ressalta que o recurso é carimbado, só podendo ser sacado para pagamento em clínicas credenciadas. O plano envolve técnicos das Secretarias de Desenvolvimento Social, da Saúde e da Justiça. O pagamento sairá do orçamento da Secretaria de Desenvolvimento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

QUE LEGAL...

NÃO SOU ADEPTO DA COCA COLA, MAS DESSA INICIATIVA, EU GOSTEI.-DO AUTOR DO BLOG.



Coca-Cola muda pela 1ª vez a cor da sua tradicional lata vermelha.

Marca vai lançar versões com as cores verde, azul e amarelo.
Latas são uma homenagem ao Brasil durante a Copa as Confederações.


Do G1, em São Paulo.



A Coca-Cola Brasil anunciou que, pela primeira vez em sua história, irá mudar a cor da sua tradicional lata vermelha, colorindo as embalagens com as cores da bandeira do Brasil: verde, azul e amarelo.
A ação faz parte da campanha nacional “Vamos juntos colorir o Brasil”, criada para homenagear o Brasil durante a Copa as Confederações, que começa no dia 15 de junho.
Coca-Cola se veste de verde, amarelo e azul  para a Copa das Confederações (Foto: Divulgação)Coca-Cola se veste de verde, amarelo e azul para a Copa das Confederações (Foto: Divulgação)
Segundo a empresa, as novas latinhas já estão sendo distribuídas em todo o território nacional.
“Trocar o vermelho pelas cores de um país é inédito no mundo. A Coca-Cola fazer isso no Brasil tem a ver com reconhecimento de que a Copa das Confederações é o momento de mostrar a paixão pelo país”, disse Javier Meza, vice-presidente de marketing da Coca-Cola Brasil.
Segundo a companhia, a mudança na cor da embalagem da marca, neste primeiro momento, abrangerá somente os refrigerantes vendidos em lata.

SACRIFÍCIO DE ANIMAIS

O que os animais tem haver com religião? do autor do blog.


Projeto tenta proibir 'sacríficio' de animais em religiões e gera protesto.

Vereador Marcel Moraes (PV) propõe tema alegando defesa dos animais. 
Adeptos do candomblé acreditam que proposta estimula ódio e é 'ignorante'.


Egi SantanaDo G1 BA.


Um projeto de lei (PL) tenta proibir "o sacrifício e/ou mutilação de animais, na prática de qualquer atividade religiosa", e tem gerado protesto entre adeptos das religiões de matrizes africana em Salvador. Escrito pelo vereador Marcell Moraes (PV), o PL 308/2013 é alvo de protestos desde a segunda-feira (6), quando representantes das religiões lotaram a Câmara Municipal para discutir o projeto com o vereador que, segundo a assessoria da Câmara, se retirou do plenário sem comentar o caso.
Projeto de Lei nº 308/2013 (Foto: Divulgação/ Diário Oficial do Município)Projeto de Lei nº 308/2013 (Foto: Divulgação/ Diário Oficial do Município)

Nesta terça-feira (7), a Comissão de Justiça e Cidadania da Câmara de Vereadores votou, por unanimidade, pela rejeição da proposta. Os 29 integrantes da mesa interpretaram que o projeto deve ser arquivado por conta de sua inconstitucionalidade. O PL ainda pode ser votado se levado ao plenário, por meio de um requerimento. A votação chegou à comissão depois que um pedido, assinado por oito entidades ligadas a terreiros de Candomblé e Umbanda, foi enviado à Câmara.
Para Marcell Moraes, os vereadores agiram "emocionalmente" ao considerar a inconstitucionalidade do projeto que, segundo ele, tem sido mal interpretado. "Primeiro, não é polêmico. As pessoas que defendem os animais entenderam que o projeto é voltado à defesa dos animais. O projeto não vai de encontro às religiões de matrizes africanas porque eles usam [os animais] para dar à comunidade. Eu quero punir pessoas que deixam animais mortos nas esquinas, gatos, pombos, pássaros, isso está previsto na Constituição. Fui eleito para defender os animais e, até o ultimo dia do meu mandato, o farei" disse. O edil enviou um projeto substituto nesta terça para apreciação dos vereadores.
Comunidade negra se une contra projeto de lei de vereador baiano, na Bahia (Foto: Imagem/TV Bahia)
Comunidade negra se uniu contra projeto de lei de
vereador baiano, na Bahia (Foto: Imagem/TV Bahia)
Para Jacilene Nascimento, presidente da Associação Religiosa de Cooperação entre Terreiros (Ardecente), "o projeto não é só inconstitucional, é desrespeitoso e perverso. Ele traz para uma discussão na sociedade, sociedade essa que muitas vezes não  conhece nossos ritos sagrados e, por desconhecer, acaba nos discriminando", pontua.
Sobre o sacrifício de animais, ela questiona: "Por que uma galinha, um bode, sofre mais em um terreiro do que em um abatedouro? Nós não podemos fazer uma festa e oferecer um bode ao Orixá e à comunidade, mas por que o fazendeiro rico pode oferecer um boi para os vizinhos quando o filho passa na universidade?"
Ainda segundo a religiosa, a proposta de proibição colabora para "colocar à margem uma cultura que sofreu tanto para ter seus direitos, como são os praticantes das religiões africanas". Segundo ela, a falta de conhecimento motivou o projeto do político da capital. A presidente da Ardescente disse que a entidade está se unindo para protocolar um processo junto ao Ministério Público contra o projeto de Marcell Moraes.

Ana Paula Mota, diretora da Organização Não Governamental (ONG) Célula Mãe, que trabalha na defesa dos direitos dos animais, explica que, dentro da instituição, há opiniões favoráveis e contra o projeto. "Na minha opinião, ele [PL] foi feito de forma equivocada. Acho que dessa forma acabou afetando a religiosidade dos outros. Acredito que deveria ter sido feito com conversa, dialogado. Primeiro começar a conscientizar, porque se trata de uma cultura milenar, para depois tentar ver alguma evolução na questão da defesa dos animais", opina.

O projeto estimula o ódio religioso porque sugere, indiretamente, que nós religiosos fazemos prática de tortura"
Samuel Vida, Dr. em Direito
Leis
Samuel Vida, professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e militante do movimento negro, explica os motivos da interpretação de inconstitucionalidade. "Ele contraria diversos dispositivos da Constituição, tanto o aspecto que prevê a liberdade de crença, quanto da laicidade do estado, de que o estado legisle sobre aspectos religiosos", pontua.

Ainda segundo o jurista, o PL também contraria a legislação estadual e a Lei Orgânica do Município. "Todas essas normas reservam os valores de matrizes africanas e a religiosidade que compete a todos. Além disso, o projeto estimula o ódio religioso porque sugere, indiretamente, que nós religiosos fazemos prática de tortura, o que revela profunda ignorância antropológica, falta de conhecimento", atesta.
Novo projeto
Sobre o projeto substitutivo, que, segundo o vereador, sairá no Diário Oficial de quarta-feira (8), Marcell Moraes diz que retirou o termo religião. 'Deixo claro que não cito religião no novo projeto, para não ter distorção", pontua. "Se o novo projeto não for aprovado, as entidades dos animais serão chamadas e entenderei que a Câmara é contra a defesa dos animais", revela.

Para o vereador, antes do protesto na Câmara, a comunidade negra deveria ter proposto um diálogo com ele. "É triste porque, antes de se manifestar, deveriam me ouvir, ir ao meu gabinete, mandar oficio, marcar reunião e entender meu projeto. Acho que aquilo [o protesto] foi incentivado por alguns vereadores que usam como oportunismo", avalia.