SEJAM BEM VINDOS

AÇÃO DE CIDADANIA: PARTICIPE VOCÊ TAMBÉM

sexta-feira, 7 de junho de 2013

CENA DE GUERRA NA PAULISTA

PAREM O BRASIL QUE EU QUERO DESCER.

Tiros, assassinatos, assaltos, todo tipo de drogas, corrupção, inflação...
Um descontrole total, e o pior é que os que se dizem mandatários, que não estão mandando mais em nada neste país, não admitem de forma alguma o fracasso.
Gente, nós fracassamos, não somos mais um país, no máximo somos uma praça de desmandos.
Estamos preste a uma grande desgraça, graças aos ítens citados na primeira linha deste artigo, graças ao descontrole institucional, como está, só um cego não ver que estamos vivendo os piores momentos deste país, parece que estão se vingando dele, como se o país, tivesse causado um grande mal a essas pessoas.
ALGUÉM, TOME UMA PROVIDENCIA EM FAVOR DA NOSSA PÁTRIA. 

Eu escrevi, como autor do blog. - mas pode chamar de clamor nacional, pois só os que não forem cidadãos brasileiros, se incomodarão com este post, ou seja: os parasitas e aproveitadores, os demagogos e hipócritas.

BRASIL: MAIS PRA BAIXO

Agência de risco coloca nota do Brasil em perspectiva negativa.

Com isso, nota de risco do Brasil, que é 'BBB' pode ser rebaixada.
Se economia continuar lenta, nota pode ser rebaixada nos próximos 2 anos.


 A agência de risco Standard&Poor's colocou a nota do Brasil em perspectiva negativa, ou seja, com possibilidade de ser rebaixada, segundo informação publicada no site da agência nesta quinta-feira (6).
Quanto maior o rating de um país, melhor ele é sob o ponto de vista de atração de investimentos.
A nota atual do Brasil é BBB, que significa a existência de capacidade adequada para cumprir os compromissos financeiros, mas sujeita a condições econômicas adversas. A nota representa o segundo degrau na escala considerada "grau de investimento", dada a países avaliados como  investimento seguro pelas agências.
"Podemos rebaixar o rating nos próximos dois anos se o contínuo lento crescimento econômico, os fracos fundamentos fiscais e externos, e alguma perda da crebibilidade da política fiscal por sinais ambíguos na política, diminuírem a capacidade do Brasil de gerenciar um choque externo", disse a S&P.
agência de risco rating S&P  (Foto: Editoria de Arte/G1)
Ainda segundo a agência, atrasos na implementação de medidas para impulsionar o investimento privado, especialmente na área de infraestrutura, podem contribuir para baixa expansão do Produto Interno Bruto (PIB) neste e no próximo ano, elevando o risco de maior enfraquecimento fiscal e de aumento no custo da dívida pública.
A agência afirmou, entretanto, que pode revisar a perspectiva para o rating do Brasil para "estável" caso iniciativas mais consistentes gerem maior confiança no setor privado e, portanto, maior crescimento.
A revisão vale para as notas de longo prazo de moeda estrangeira e local. Ambas haviam sido definidas em 2011.
A S&P projeta expansão de 2,5% no PIB do Brasil em 2013.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

A SOLIDARIEDADE QUE OS HOMENS NÃO TEM.

Quem dera, os homens tivesse a mesma atitude com os animais. - do autor do blog.

Figo coloca sua pata sobre caixão do companheiro morto durante o funeral Foto: Jonathan Palmer/Herald-Leader / Reprodução

Figo coloca sua pata sobre caixão do companheiro morto durante o funeral

Uma imagem tocante marcou o funeral de um policial do Estado americano do Kentucky morto em ação. A fotografia de Jonathan Palmer mostra o cão colocando sua pata sobre o caixão do policial Jason Ellis, como se estivesses dando seu último adeus ao companheiro. 
Ellis, 33 anos, foi morto em uma aparente emboscada durante a madrugada do dia 25 de maio. Ele desceu de sua viatura para recolher dejetos de uma rampa de acesso a uma rodovia em Bardstown quando foi atingido por vários disparos. A autoria do crime ainda está sendo investigada. 
Centenas de agentes dos Estados de Kentucky, Ohio e Indiana participaram do funeral de Ellis, que trabalhava em uma unidade canina de combate às drogas, na última quinta-feira. Figo, o cão que o acompanhava, foi aposentado e doado a Amy, viúva de Ellis, e a seus dois filhos, de 6 e 7 anos.

O TAMANHO DO ARMÁRIO

Quando felizmente, aquelas pessoas antes oprimidas e discriminadas por causa da condição sexual, puderam se manifestar, o brasileiro rapidinho, arranjou um termo pra situação: "SAIR DO ARMÁRIO". Faz sentido pois, essas pessoas, até então, estavam realmente presas e o que é pior: presas dentro de si mesmo.
Acredito que, essa liberdade foi bom pra todo mundo. Como já disse, defendo que a questão da sexualidade está ligada aos cromossomos X e Y.
O grande problema nisso tudo, é que muitos não esperavam que o armário fosse tão grande. - do autor do blog. 

sexta-feira, 31 de maio de 2013

DOMÉSTICAS INCOMODADAS - ESTÃO NO DIREITO


O Governo moderniza as leis mas não se moderniza. - do autor do blog.

Enem 2013: MEC decide alterar pergunta 

‘inadequada’ sobre domésticas em 

questionário.



  • Tópico para candidato responder na inscrição relaciona "empregada mensalista" entre utensílios como TV, aspirador de pó e computador
  • Federação das Domésticas define questão como "discriminatória"
  • O próprio Aloizio Mercadante julgou que item deve ser modificado ano que vem, em respeito aos trabalhadores da categoria







  • 
A opção ‘empregada mensalista’ surge na mesma lista de outros itens domésticos
Foto: Reprodução


    A opção ‘empregada mensalista’ surge na mesma lista de outros itens domésticosReprodução
    RIO - Quase dois meses após a chamada "PEC das Domésticas", que ampliou os direitos trabalhistas da categoria, um questionário aplicado a candidatos que vão prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2013 causou desconforto entre alunos, empregadas do ramo e o Ministério da Educação (MEC).

    DESCONTO NA CONTA DA LUZ

    SERÁ? do autor do blog.


    Governo publica decreto que mantém desconto na conta de luz.

    Dispositivo substitui efeito de MP que não foi votada pelo Senado.
    Decreto adianta R$ 2,8 bilhões a empresas de energia para cobrir custos.

    O decreto que garante os descontos na conta de luz foi publicado na quarta-feira (29), em edição extra do "Diário Oficial da União". O dispositivo foi a maneira encontrada pelo governo federal para manter os abatimentos previstos na medida provisória 605, que não foi votada pelo Senado e perde a validade no dia 3 de junho. A redução da tarifa de energia elétrica foianunciada em setembro do ano passado pela presidente Dilma Rousseff.
    Em entrevista na quarta, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, explicou que o decreto presidencial possibilita à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizar à Eletrobras o uso dos recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para que sejam enviados às distribuidoras de energia elétrica. O adiantamento envolverá um total de R$ 2,8 bilhões, segundo ele, e também contemplará repasses que usinas térmicas teriam a receber entre junho e dezembro deste ano.
    No início da semana, a MP que garantia os descontos foi aprovada na Câmara, mas o Senado não votou o texto. O presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou que os senadores não vão mais analisar matérias que cheguem ao Senado menos de sete dias antes de perderem a validade, como era o caso da MP 605. 
    A estratégia do governo para substituir a medida provisória foi incluir os dispositivos dela em outra MP que tramita no Congresso, a 609, que trata da cesta básica. Enquanto a nova MP não é aprovada, o decreto que possibilita o adiantamento dos repasses serve para manter os descontos na energia elétrica.
    Desconto na conta de luz
    A redução das tarifas de energia elétrica foi anunciada em setembro do ano passado pela presidente Dilma Rousseff. Após o anúncio, a lei 12.783, que renovou as concessões do setor de energia e permitiu o barateamento da conta de luz dos brasileiros, foi sancionada em janeiro.

    Para os consumidores residenciais, a conta de luz caiu, em média, 18%. Para indústria, agricultura, comércio e setor de serviços, o desconto alcançou até 32%.
    Para bancar a queda no custo da conta de luz, o governo deve gastar R$ 19 bilhões em indenizações às empresas do setor elétrico e mais R$ 3 bilhões por ano para o fundo criado para compensar as reduções de encargos.
    Ao anunciar a queda das tarifas, o governo ofereceu a todas as transmissoras e distribuidoras de energia elétrica brasileiras que tinham contratos vencendo até 2017 a possibilidade de renovarem as concessões antecipadamente. Em contrapartida, impôs novas condições, pagando menos pelos serviços.
    A renegociação desses contratos era indispensável para o Executivo conseguir baixar as tarifas para os consumidores. Porém, algumas empresas, especialmente aquelas sediadas em estados administrados por partidos que fazem oposição ao governo federal, se recusaram a acatar as condições do Palácio do Planalto.
    Para viabilizar os descontos de energia elétrica, Dilma decidiu publicar a medida provisória que garantiu recursos para compensar a diferença financeira gerada no momento em que parte das concessionárias não aceitou prorrogar os contratos em troca de uma menor remuneração.
    FONTE: http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/